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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Sou Afrodite, sou o desejo que arde no coração dos seres humanos. Sou a força que impulsiona a atração física e sou o amor que une o casal. Sou todas as coisas belas que brotam nesse planeta.
Cada uma das flores, seus mais belos perfumes. Eu sou as conchas do mar e a beleza do oceano.
Eu sou os sons da primavera e as cores do outono.
Eu sou o desejo e o impulso sexual e sou o mais elevado amor, aquele amor abnegado, divino e casto pela vida e pelos semelhantes.
Sou o poder da mulher que floresce e que germina, sou a luz da lua a quem os amantes ilumina.
Eu sou o amor selvagem e mortal.
Eu sou a força da natureza, sou a senhora da beleza e tudo que é belo é meu reino.
E cada uma das manifestações de amor e sedução e de prazer são minhas manifestações, pois estou em todas elas e cada uma delas. O desejo sexual, amor próprio, amor recíproco, o amor coletivo, amor carnal, amor divino, amor materno...
EU SOU O AMOR!
Pois sou Afrodite

Aquela que se ergueu das ondas, da espuma do mar
E aquela que se fez mulher, dentre as mais belas das Deusas do Olimpo, aquela que foi eleita a senhora da beleza.
Eu sou Afrodite, a mãe de Eros, e meus são os dons da fertilidade.
Meus são os prazeres da felicidade
E não há que não se curve diante de mim, pois estou em todos os lugares
E quem não se curva diante de mim e não conhece meu poder, não é pleno nem feliz
Pois aquele que vive sem amor, sem prazer, sem paixão, não vive, é apenas um autômato qualquer nesse planeta.
Eu sou o impulso da vida
A roda que gira, e que gira, e que gira
E o pulso do coração e o sangue que circula no corpo, as palavras doces que saem da boca e os sonhos apaixonados.
Eu sou Afrodite, e a mim ninguém resiste.

Essas são minhas palavras a quem queira me conhecer
Sou senhora de grande poder e minha força está em todo lugar
E aquele que me conhece e vive em mim, jamais será infeliz, pois sou a raiz da felicidade.
Eu sou senhora de toda vontade, de todo desejo, de toda paixão, todo querer de se satisfazer e de se sentir.

Eu sou Pandemos, Akraia, Ourania, Khruse, Antheia, Aligena, todos esses nomes sou eu, mas acima de tudo sou Afrodite, absoluta em mim mesmo, pois sou o trono do amor, a força que rege o mundo e que faz as coisas continuarem a nascer.
Afrodite, Afrodite, veja como é doce é meu nome. Doce a pronúncia de meu nome e que adoça inunda o lugar em que é dito, veja como é doce e sutil meu nome, que penetra no ouvido, seduz, enlouquece.
Veja como é doce o nome Afrodite. E que domina aquele que deve ser dominado, e que seduz a quem deve ser seduzido e que encanto a quem deve ser encantado, pois não há quem não se curve diante de mim.
Afrodite, Afrodite, esse é meu nome.

E que todos me conheçam, independente de como me chamem, e que não me conheçam da forma como sou, mas da forma como ajo, pois todas minhas obras são igualmente eu, e todos os atos de amor e prazer são igualmente eu, e todos os atos de felicidade são igualmente eu, e todas as gargalhadas de satisfação são igualmente eu.
Afrodite, a senhora da graça.

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